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A mostrar mensagens de 2021

Feliz Natal! Feliz 2022!

 Desejo a todos os que passam por aqui... ....e aos que não passam também! ;) Desejo a todos os Sportinguistas.... ....e aos que não são também! ;) Feliz Natal. Feliz 2022. E o Sporting campeão. Claro!

Infelizmente, não me serve....

Eu sei que tenho 4 filhos. Mas nunca penso nisso de forma muito racional. Se queria estar viva quando era só eu. Agora, quero estar e tenho de estar. Por isso. Nunca penso. Nisso. Ter 4 filhos. É espetacular. Mas financeiramente é duro. Por sorte temos pessoas que nos ajudam. Muito. Os meus sogros ficam com a Mariana e com a Luísa. E isso é uma poupança e peras. Os meus pais ajudam a pagar a escola da Alice (tal como a dos outros netos...). A Alice nunca precisa de prolongamento de horário porque os meus sogros, ou os meus pais vão buscá-la nos dias mais difíceis. E recebem muita roupa em muito bom estado de todo o lado. Ontem recebemos uma sacada de roupa de uma amiga minha que tem uma filha de 6 anos. A Alice é grande e veste (na boa) roupa de 6 anos. Um dos nossos passatempos preferidos é pôr a roupa em cima da minha cama e as miúdas experimentarem. Estava a Alice a experimentar um vestido. Lindo! E diz muito despachada! - Eu sei muito bem o que gosto e o que não gosto! E este vesti...

Chegámos a casa. Com o João.

As miúdas já andavam numa ansiedade. Antes do João nascer. Acho que pior que a minha se é que isso é possível. Fui para a maternidade com a dorzinha nas costas, sem rebentarem as águas mas segundo o Pedro, em trabalho de parto. Deixámos os meus sogros a tomar conta do barco. Pelo que percebi nessa noite ninguém dormiu. Ou quem dormiu, passou-lhe o sono pelos olhos. Voltámos no outro dia. Com grande insistência da nossa parte. Se fosse pela minha médica não teria sido problemático, mas a minha médica não estava e o médico que passava as altas disse-nos que devia ficar mais um dia. Sugeriu, até: - Não quer ficar a descansar!? Claro que não!  Não consigo descansar sem ter os meus filhos todos debaixo da minha asa. Eu tento não ser assim. Faz parte de mim. Sempre que me falta algum, há sempre uma moinha na minha cabeça. Quando o Pedro não está em casa, também! Temos de estar todos. Para estar bem. Chegámos a casa. Tínhamos saído 2 e uma trouxa dentro da minha barriga. Entrámos 3. Peque...

Pedro. João Pedro.

 Desde que soube que estava grávida de um rapaz sabia que se ia chamar João (uma homenagem aos dois avôs), mas sempre lhe chamei Pedro. Até aqui no blog. Quando escrevia sobre o João revia sempre os textos para ver se não me tinha enganado. Em casa toda a gente me corrigia. - É João! - Pois é! E sim, nasceu e é João. Mas.... ....o João nasceu num dia de glória leonina. Logo de manhã quando comecei com uma dorzinha nas costas me lembrei.  Querem ver que esta pessoa me vai impedir de ver o jogo de logo à noite. Claro que sim! Assistir a um jogo, grávida de 9 meses não é agradável. Uma comemoração de um golo pode provocar danos na estrutura da casa.  Assistir a um jogo do Sporting enquanto se está a ter um filho é impossível. Aliás, nem se pensa nisso.  A médica ainda me disse. - O relato vai estar em fundo! Mas... ...esqueçam. Nesse momento o Pedro, perdão João é mais importante. Pois bem. O João nasceu.  Lá me disseram que o Sporting tinha ganho. Mas, lá está. Um...

João

Com o relato do Sporting em fundo, nasceu, hoje às 20h15, com 3,733 kg. Correu tudo bem. A Joana e o João estão bem. Estamos muito felizes. Um abraço, Pedro

a dorzinha nas costas...

Já cá está. A dorzinha. Para mim é um indicador. Sempre que a dorzinha começou. Nasceram. Mariana. Luísa. Deve estar para breve. Digo eu! Vem aí um sagitário João...😄

João. O Ultimato!

Com a Mariana e com a Luísa funcionava o chocolate. Podiam estar aconchegadinhas e quietinhas, mas quando comia chocolate. Ala que se faz tarde! A minha barriga parecia um bombo da ronda dos 4 caminhos. O João, não! O João gosta de bananas. Quem lhe tira a sua bananinha tira-lhe tudo.  POIS BEM, PUTO! A partir de agora.... Acabaram-se as bananas! Queres bananas? Aparece. E logo a seguir cresce! Ouviste!?  Ouviste bem??  ......estou para ver quanto tempo aguentas.... Acho que ainda não é hoje...

Já nasceu?

Claro que não. Por mim está deserdado!

João rima com lentidão....

Ponto de situação: - Já não subo as escadas para o meu próprio quarto. Durmo cá em baixo num quarto que temos ao lado da cozinha que serve para as miúdas brincarem e fazerem algumas sestas. - Como não subo as escadas. O trabalho de deitar as miúdas está com o Pedro. Mariana e Alice tranquilo. Luísa, nem por isso... Luisinha, quer adormecer ao meu colo. Tem de ser cá em baixo. Para logo de seguida, o Pedro agarrar na miúda e deitá-la na cama. É aqui que é desafiante. Entre o andar de baixo e o andar de cima muita coisa pode acontecer. Como por exemplo acordar! Se acorda. Volta cá abaixo porque quer a mamã. Adormece. Lá vai pequena trouxinha escada acima. Acorda? Quer a mamã...estão a ver?? É a chamada pescadinha de rabo na boca. - Todos os dias! TODOS! Mal acordam. Correm para perguntar se já nasceu. Sim! Claro! Nasceu no quartinho junto da cozinha durante a noite! Ai credo! Espero que não... Só me faltava ter o Vasco a assistir a um parto meu.... - Todos os dias! TODOS! Há festas no Jo...

Para ontem. Se faz favor....

36 semanas! E um dia... 36 semanas de gravidez. E um dia... Sinceramente nunca pensei. Não queria que fosse como a Luísa que foi cerca de 7 semanas antes do prazo, mas achava que as 36 semanas eram impossíveis de atingir. A minha médica bem me foi pedindo repouso, mas quem tem 3 filhas da idade das minhas sabe que é impossível. As miúdas até são boazinhas mas é todo um mundo de trabalho à minha espera. E se acrescentar o meu trabalho, trabalho! É uma vida louca. A gravidez correu bem. Está a correr bem tirando o facto de (quase)não me conseguir levantar sozinha. Subir escadas é um tarefa hercúlea. E passear o Vasco é uma tarefa arriscada. Imaginem que lhe cheira a frango assado em Vila Franca de Xira e vou eu e o João a reboque... A médica diz que está tudo a correr para ser um parto natural. Diz para aguardarmos com serenidade. Oh! Não me peçam serenidade.... O Pedro está em casa comigo. Tinha umas férias em atraso e este é o momento certo. Já não conduzo. Estou à espera. Estamos todo...

Alice. (sem comentários)

A Alice anda na escola.  Com 4 anos. Tem de andar na escola. Por mais que a mãezinha dela estrebuche. Tem de andar na escola. Faz-lhe falta. É importante. Tem de andar na escola. No ano passado entrou em setembro, mas saiu no início de Dezembro. Covid. Tem as costas largas. E a culpa é do covid. Também. Mas não só. A mãe.....eu! No ano passado adaptou-se bem, mas notava-a mais irritadiça. Não se queixava. Ia bem para a escola, mas andava mais diva do que costume. Este ano. Nada. Anda feliz e contente. E o meu coração deixou de estrebuchar. Aceitei! A culpa desta paz tem um nome. Ana, a professora. Adoro-a! É perfeita. Pois bem, a Ana pediu uma licença sem vencimento. O marido é Irlandês e vão ficar pela Inglaterra durante um tempo. A Alice mudou de professora. Também está tudo bem. A Alice diz maravilhas da nova professora. Na quarta-feira fui buscá-la à escola. Tinha ballet saiu um pouco mais tarde. Tinha combinado ir jantar a casa dos meus sogros. E fui diretamente da escola para...

um milhão!

Este blog e o antigo Quiosque atingiram um milhão de visualizações. Para a maioria dos blogs não é nada, mas para mim é um marco importante. Obrigada, a todos os que passam por aqui. #rumosAosDoisMilhões

a bruxa! Perdão. A Princesa....

Halloween! Eis uma festividade que me passa completamente ao lado. Se não tivesse uma filha na escola seria uma palavra que não usaria. Mas... na escola, enviaram um mail a avisar que iriam comemorar o dito dia. E que a minha cria poderia ir vestida a rigor. Porque iam fazer um concurso.  Joana. Eu! Grávida da cabeça aos pés. Suspirou. Respirou fundo. E liguei à minha sogra a contar a minha desgraça. Não queria estar a gastar dinheiro num fato ou melhor em 3. Porque já se sabe, uma tem as outras querem... A minha sogra ficou de fazer uma, duas. três roupas. E numa loja daquelas que têm tudo, compramos uns chapéus de bruxa. Eu, que também sirvo para alguma coisa (pouca...), fiz com ráfia e uns ramos (três) uma espécie de vassoura. Ontem, foi o dia da prova. Só para nos certificarmos que estava tudo bem. As três alinhadas. Vestidas de bruxas. Luísa na boa. Mariana a entranhar! (Gosta é de andar de pijama ou fato de treino) Alice a estranhar! Abriu a boca. Reclamação a surgir em 3,2,1...

Não vais levar a mal, mas beleza é fundamental!

As miúdas andam na natação. Não me queria tornar naquele tipo de mãe que é mais motorista do que mulher e por isso estas miúdas não vão ter muitas atividades. Quando conseguirem ir pelo próprio pé, excelente! Se tiver de ser eu a transportar para cá e para lá...tenho dúvidas! É essa a razão e não só. Estarem afogadas em atividades e sem tempo para elas assusta-me.  Aprenderem a ter tempo e a saberem o que fazer com o tempo é importante. Muito importante. A natação é uma excepção.  Tenho calafrios só de imaginar que podem cair numa piscina e não conseguir sair de lá. Acho mesmo, mesmo importante. Não me importo de ser motorista nesses dias. Não tenho sido. Ou vai o meu pai. Ou o meu sogro/sogra. Ou vai o Pedro. Frequentam com algumas coleguinhas da Alice. E a Margarida, a minha sobrinha também vai. No sábado de manhã o Pedro levou as três. Chegaram perto da hora do almoço. Todas animadas. E o Pedro... - Então, sobreviveste?  Perguntei ao Pedro.. Riu-se e disse: - Sim, conh...

E a Margarida chorou!

O meu sogro chama a Alice de sindicalista. A Alice tem uma capacidade de liderar inacreditável. Comparada com as irmãs, claro!  (que eu não percebo assim tanto de crianças....) A Mariana não quer liderar absolutamente nada e a Luísa tenta liderar aos gritos.  A Alice não! A Alice argumenta, e os argumentos fazem sentido.  Sindicalista, não só pela capacidade de liderança, mas porque essa liderança está associada aos outros. A Margarida, a minha sobrinha mais ou menos da idade da Alice é a que mais "beneficia" dos argumentos da Alice. Andam na mesma escola, estão na mesma sala.  E a Alice comanda. A Margarida obedece. A Alice reivindica. A Margarida agradece. Ontem fui buscar a Alice à escola e lá me apareceu de mão dada com a Margarida. De repente, pararam e a Alice diz ao senhor da portaria: - Senhor Rodrigo, a Maiaida (diz tudo bem menos duas ou três palavras...Margarida é uma delas), esqueceu-se da mochila pequena. Não sei se é por causa da Covid, ou não (acho que...

Recados curtos. Post longo.

 Devia ter uns 8 ou 9 anos. Férias de verão. O meu irmão estava na Ericeira em casa dos meus tios e com o meu primo Filipe.  A minha irmã também não estava. Era frequente no verão ir passar férias, no Algarve, com amigas. Só a mim ninguém me pegava. Só a mim ninguém me levava. Costumava ir para o Alentejo (e fui nesse verão) mas por esta altura os meus avós tinham feito uma viagem e ainda não tinham chegado. Eu. Joana, de férias e aborrecida. Era sexta-feira de manhã. O meu pai estava a trabalhar. A dona Aurora estava de férias. E a minha mãe tinha ido às compras sozinha. Ir com a Joana às compras era dose e impossível. Nos anos 80, as crianças ficavam em casa sozinhas, na boa. Cozinhávamos, na boa. Subíamos a bancos para chegar ao armário e tirar a travessa para o almoço, na boa. E, ninguém morreu. Estava aborrecida. Muito aborrecida. Mas.... ....logo tive a ideia do dia! Nada... A ideia do ano! Do século. E se telefonasse para os meus amigos? Assim pensei, me...

em flagrante

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Aviso: Todos os factos aqui relatados são reais. Nesta situação estão envolvidos 3 elementos: Joana (a partir de agora conhecida como traidora), Pedro (o traído) e V. (o amante).  Decidiu-se chamar o terceiro elemento de V. como forma de preservar o anonimato, embora não mereça. Pedro. Saiu de casa às 7h15 da manhã. Devia ter regressado a casa por volta das 17 horas mas uma emergência fez com que ficasse até horas impróprias. (1h30) Exausto. Pegou no carro. E lá se dirigiu a casa. A vontade de chegar era muita e aquela hora quase não havia carros na estrada. Joana. Despediu-se do marido de manhã. Despachou as miúdas conforme foram acordando e deixou-as em casa dos avós pelas 8h45. Chegou a casa e fechou-se no sótão a trabalhar.  Concentração zero! Ou não tivesse de ir à casa de banho de 10 em 10 minutos. Obrigada, João! Adiante...que o João não pertence a esta história. Desceu para almoçar. Subiu para trabalhar. E pelas 16h recebeu uma chamada do Pedro a dizer que tinha de fic...

Recordar é viver. Post reciclado.

Hoje estive à conversa com o meu ex-chefe. Para mim vai ser sempre o meu chefe. O melhor! O que me confiou mais responsabilidade. O que apostou mais em mim. Era mais ou menos como um pai exigente mas sempre com uma palavra de motivação. No meio da conversa, lembrou-me deste episódio. Chorei a rir. O post que se segue é 100% reciclado do Quiosque. Porque recordar também é viver. " Ontem, relatei como, na sexta-feira, fiquei sem telemóvel (pessoal).   No sábado passei por casa da minha irmã para pedinchar um telemóvel ao meu sobrinho. O puto junta dinheiro das mesadas para ir comprando telemóveis e por isso tem sempre dentro da gaveta uns que já não usa. Perante a vasta oferta, acabei por escolher um LG que segundo o meu sobrinho é "bué podre".   Pareceu-me um pouco antigo como eu e por isso achei que teríamos uma convivência pacífica. Não! Passei o dia a recusar chamadas em vez de as atender. Tem ecrã touch mas não funciona grande coisa. Quem é que eu estou a enganar...EU...

João! Não sejas Mário.

Uma pessoa nunca sabe o que vai na cabeça do outro. Um adepto de futebol não sabe o que passa pela cabeça do jogador/atleta. No meu coração, partilho o amor pelo clube tal e qual como o atleta que o serve. Mais, no meu coração é impensável, o atleta não o sentir ainda mais.  Pois, se é uma honra. Um privilégio. Um feito ao alcance de poucos. Só pode ser amor. Dedicação. E Devoção.  Acredito que não sou só eu que penso assim. Tenho a certeza que os adeptos dos outros clubes e que amam os seus clubes pensam exatamente da mesma forma.  Mudam-se as cores. O sentimento é o mesmo. Nesta parte, tenho ideia que somos iguais! Às vezes. Mais do que aquelas que gostaríamos, o atleta não vê cor. Não sente o amor. Todas a vezes. Há estupefação. Negação. Confirmação. Não estou zangada. Deixa-me triste o Chico Espertismo. Aquela trafulhicezinha básica.  Rescinde, como quem não quer a coisa. Ninguém vê. Uns dinheiros deles para ti para dares aos outros. Ninguém vê.  Todos vimos...

Abram alas para o João!

Toda a gente torcia para que fosse um menino. Menos eu. A verdade, verdadinha é que basta-me que tenha saúde e sejas do Sporting o resto é indiferente mas uma rapariga era mais fácil. Era mais fácil se fosse uma rapariga. Sim, confesso, preferia uma rapariga por preguiça! Em termos logísticos era mais fácil. Até ficavam em número par! Um quarto para as mais velhas, outro quarto para as mais novas! Até porque a nossa casa não é um palácio. Temos 3 quartos em cima (um é o nosso) e um cá em baixo que usamos para as miúdas brincarem. Será que um dia vou ter de pôr alguém a dormir cá em baixo? Todos em cima e uma ovelha tresmalhada cá em baixo?? E ainda por cima queria colocar nesse quarto umas secretárias para as miúdas fazerem os trabalhos de casa. E agora alguém tem de dormir nesse quarto. Solução: o quarto onde dorme a Alice e a Mariana e o nosso são quartos grandes e têm (cada quarto) duas janelas, não é difícil fazer umas obras e transformar esses dois quartos em 3. Em termos de roupa...

a troca...

Todas as semanas, mais do que uma vez, ligo ou recebo um telefonema do Sr. Ludovino. Acho que todos sabem quem é o Sr. Ludovino (porque penso que toda a gente que por aqui passa lia o Quiosque no Sapo e por isso devem ter acompanhado as aventuras e desventuras do meu vizinho de Carcavelos). O senhor Ludovino ligou-me no sábado. Exigia a minha presença com urgência. O filho do senhor Ludovino foi à terra e trouxe mel e o senhor Ludovino queria muito dar-me um frasco. Ligou-me no sábado. Ligou-me no domingo. Ligou-me na segunda. Combinei para quarta. O Pedro estava de manhã em casa e podia ficar com as três. O senhor Ludovino resmungou qualquer coisa e desligou-me o telefone. Como não me disse nada na terça-feira na minha cabeça ficou marcado e quarta-feira deixei as miúdas com pai e lá fui eu. Cheguei pelas 10h30 e o senhor Ludovino estava atarantado. Tinha ido fazer análises. Não percebi nada do que tinha acontecido mas estava exaurido. Tinha de voltar ao laboratório. Não percebi bem p...

a máscara!

 As máscaras entraram de repente nas nossas vidas e não sabemos muito bem quando é que nos vemos livres delas... A minha mãe e a minha sogra por exemplo, dizem que vão usar para sempre (na rua). Adoram!  Sentem-se mais protegidas.  A minha mãe não se constipou este ano e a minha sogra diz que a rinite está 1000 vezes mais controlada. Já o meu sogro e o meu pai não veem a hora de se verem livres de tal coisa... Para as miúdas não é completamente estranho. Muito antes da pandemia, já as miúdas tinham visto o pai de máscara. Quando íamos ao pediatra passávamos no hospital para ver o pai (quando o Pedro podia...) e algumas vezes aparecia de máscara. Nos primeiros tempos de Covid não saíamos de casa e tenho ideia que a primeira máscara que usei foi me dada pelo senhor Ludovino uma vez que fui às compras. Mas as miúdas viam o senhor que nos entregava as compras de máscara e tivemos de lhe explicar. A Luísa não percebe nem quer saber.  A Mariana também acho que não percebe ...

Atenção!

Quem me tinha adicionado no facebook verifique por favor se tem algum "amigo" desconhecido. Suspeito que alguém esteja a usar a minha conta e provavelmente já não se chama Joana mas outra coisa qualquer... Peço muita desculpa a todos e a todas, mas como podem perceber não consigo evitar porque simplesmente não tenho acesso à minha conta antiga embora continue a receber email's relativos à utilização dessa conta.  Não consigo perceber porque é que alguém se lembrou de mim. Já me tinham roubado o instagram (foi fácil de recuperar). O e-mail do sapo tentaram entrar e o mecanismo de segurança funcionou e bloqueou todos os acessos, também já consegui recuperar. O Facebook penso que não vou conseguir porque continua a pedir-me a foto do cartão do cidadão e como é óbvio não o vou fazer. Se receberam algum e-mail meu ou mensagem minha nos últimos tempos que diga coisas sem sentido do tipo: eu não sou do Sporting. É porque não fui eu. Obrigada a todos e todas. Bom fim de semana!

Só eu sei....

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Denunciador! Olá!!

Só para informar que já tenho novamente e-mail no Sapo! Tenta lá entrar outra vez como fizeste ontem!! (A minha mãe sempre me disse para fazer tudo o que estivesse ao meu alcance para ajudar os outros a ser felizes...tenho algum receio que o denunciador já não tenha mais mails para assaltar e comece a atirar-se aos ratinhos de esgoto...)

Querido! Denuncia-me.

Denuncia-me! Denuncia-me! Vá denuncia-me! Do que é que estás à espera?! Tanta coragem quando está encapuzado e preso ao ecrã! Denuncia-me! Grita ao mundo! Porque é que não gritas ao mundo? Diz! S-P-O-R-T-I-N-G! Vá diz! - A Joana é do Sporting! Grita alto. Até se ouvir no céu. Denuncia-me. Ao Facebook. À google. Denuncia-me ao teu clube. Denuncia-me. Denuncia-me. Diz que não tem explicação o que sinto. A alegria.  Grita bem alto que estou feliz! Grita que quando olho à minha volta, vejo amor. Denuncia-me. Às claras! Grita. Esperneia.  Grita, grita! Denuncia-me, denunciador! - Viva o Sporting! Denuncia-me, cobarde de meia tigela! Que o teu denunciar tem graça! Grita mais alto, ó larilolela! "o mundo sabe que pelo  teu* amor eu sou doente.  Farei o meu melhor. Para te ver. Sempre na frente. " Denuncia-me. Por favor! Aponta-me o dedo na rua e grita! - Aquela ali é do Sporting! Faz alguma coisa de útil e denuncia-me. Ó denunciador! Denuncia-me a mim e a outros, iguais a m...

Joana e as redes sociais! O denunciador é um ovo podre....

 Muita tinta já foi gasta. Muita tinta, mesmo! Já escrevi que saí do Instagram. Fechei o Quiosque. Saí do Facebook e voltei. Até tinha pedido para me adicionarem e adorei "conhecer" as caras que muitas vezes me deixam comentários. Mas... ...eis que denunciaram a minha conta de Facebook.  Anteriormente, achava que estas tentativas de entrada na conta, e/ou denúncias tinha a ver com o facto de aparecer como Joana Marques (que é uma parte do meu nome) e poderem achar que a conta podia ser de uma humorista com o mesmo nome. E por isso mudei de Marques para Rebelo (que é o apelido do meu marido e agora o meu....) Resumindo para não me alongar! Hoje de manhã tentei entrar no facebook e não consegui. Pediram-me o número de telemóvel para me enviarem um código, assim fiz. Não foi suficiente, pediram-me um documento de identificação.  Achei o cúmulo! E achei que o máximo que podia oferecer seria um recibo da Vodafone (é o único que tenho em meu nome) e com alguns dados apagados, e...

Onde é que estavas com a cabeça?

Tive covid. Em fevereiro. Correu bem. Estive uma semanita de molho. Uns dias mal me mexia. Sentia um cansaço extremo. Muitas dores nas pernas. E foi mais ou menos isto.  Sou asmática. Achei que se tivesse covid ia ter falta de ar e coisas do género mas não. As duas pneumonias que já tive foram bem mais desagradáveis que este covid.  Um dia acordei sem forças e o Pedro pressentiu o pior. Já não foi trabalhar.  Fiz o teste. E as miúdas também. Estávamos todas positivas. As miúdas frescas que nem alfaces. Eu nas palhas deitada, nas palhas estendida. O vasco ao meu lado. O Pedro assumiu o controlo da casa. E das miúdas.... Primeiro desafio. Vestir duas miúdas e um polvo. As miúdas: Alice e Mariana. O polvo, a Luísa. A Alice só veste o que acha que fica bem. A Mariana só veste o que é confortável. A Luísa esteve de pijama uma semana inteira porque o Pedro desistiu à segunda tentativa.  Foi mudando os pijamas e deu banho...não chamem já a proteção de menores...e a polícia....

a passa de alperce

 O Pedro fez noite no hospital. Chegou de manhã. Já com toda a gente fora da cama. As miúdas andavam a cirandar entre a cozinha, sala e quintal. Falámos e como habitualmente, sempre que faz noite, vai descansar um bocado achei que o ia fazer e acabei por ir à minha vida. Estava eu entre o quintal e a garagem/arrecadação quando sou chamada pelo Pedro e Alice. Estranhei o Pedro estar de pé e estranhei o tom da Alice. Entrei em casa e vi o Pedro com a Luísa ao colo, a Alice com um mega entusiasmo e a Mariana amuada. Hoje é dia da mãe. A Alice deu-me um abraço e disse: - Gosto muito de ti mamã. És a melhor mãe do mundo. Para a Luísa tudo é uma festa e lá estava ela toda feliz ao colo do pai. A Mariana amuada. Recebi flores. Lindas. E olhava para a Mariana e só me lembrava de uma amiga minha que costuma dizer: - Não herdei os olhos verdes da minha mãe mas herdei os joelhos tortos... A Mariana não herdou a cor dos meus olhos (herdou a cor dos do pai...) mas herdou o amuanso profissional ...

4!

  A Alice é luz. Para a sportinguista não entrar por terrenos escorregadios posso substituir por sol. Sou mãe da Alice e por isso suspeita mas para mim a Alice é um ser iluminado.  O sorriso é lindo e rasgado.  Foi com a Alice que aprendi a ser mãe.  E percebi que de todos os papeis é este que melhor se adapta a mim. A Alice transformou a minha casa num lar. Sendo que o Pedro (que não é meu filho) também teve um papel importante em toda a transformação da minha vida. A Alice é como aqueles dias que nascem com sol.  Alegres. E que nos iluminam a alma. É impossível estar triste nestes dias.  Porque o quentinho do sol desperta o melhor que há em nós. A Mariana é um mar calmo e sereno. A Mariana é como o pôr do sol.  Que chega sorrateiramente. Sem se anunciar.  Mas que aparece. E é maravilhoso. É aquele momento do dia que nos faz pensar que sorte temos por o poder contemplar. A Luísa é fogo de artificio. É brilhante e viva. Faz barulho. Faz a festa. A...

contar cabeças. 1. 2. 3. 4.....

A Mariana adora comida! Adora. Adora. Adora. O vocabulário dela anda todo muito à volta da comida. E a memória dela é infalível quando se trata de comida. Imaginem o dia em que abrimos uma melancia. E sobra melancia e guardamos no frigorifico. Chegamos à hora do lanche e a Alice pergunta se há melancia. Nem preciso confirmar porque a Mariana diz logo que sim. Está no frigorifico. Imaginem o dia em que temos bolo. E depois de comermos todos bolo, sobra e guardamos. Agora, imaginem que o Pedro chegou do trabalho e viu o que sobrou do bolo e comeu o bolo. Eu estava com a Luísa. A Alice estava a pintar. E a Marina estava a brincar com o Vasco? Não! A Mariana estava a brincar com um Vasco e a olhar para o bocado do bolo a entrar na boca do pai. Pai! Não! Quando se trata de comida e do seu desaparecimento, o pai não é pai...é Pedro! - Ainda há bolo, pergunta a Alice. Não! O Pedo comeu... Responde a Mariana. O pai do Pedro recebeu uma caixa de camarões de um amigo e dividiu connosco. Nós somo...

menina mamã

A Mariana! É só a pessoa mais calma que eu conheço. Não é bem verdade. A Mariana e o Pedro são as pessoas mais calmas que eu conheço. Sempre na vida deles, raramente stressados e tudo a seu tempo. Ainda bem! Para hiperativa basto eu e a Luísa. Três filhas. Três pessoas diferentes. Uma pessoa vai comparando. Quando começaram a andar: - A Alice tentava o dia todo e nunca desistia. - A Mariana tentava e como não conseguia...tentava na semana seguinte sem o mínimo stress. - A Luísa, tentava, não conseguia e fazia de mim o andarilho dela. Os quilometros que eu percorri com as mãos dela atreladas às minhas aqui por casa. Merecia a medalha de ouro em marcha com obstáculos. E não. Não podia dizer que não. Entre fazer de andarilho e ter alguém aos guinchos...escolhi o trabalho pesado. A Mariana. Quase sempre dormiu bem. Teve uma fase um pouco antes de fazer um ano que acordava de noite mas acalmava quando me via e voltava a dormir. Dormia sozinha num quarto numa cama de bebé mas um pouco depois...