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A mostrar mensagens de dezembro, 2024

De Boston a Alvalade. Com amor!

Se ganharmos. Hoje! O almoço aqui em casa, no dia de ano novo, será alheira de Mirandela. Se não ganharmos, também! Acredito no poder da energia.  Acredito na força do pensamento positivo.  E acredito que o querer bem faz milagres. Mesmo que as pessoas a quem nós estamos a enviar energias positivas, não saibam sequer da nossa existência. E esta foi a forma que encontrei para dizer ao universo que estou com o treinador do Sporting e com a equipa a 100%.  Foi um grande desafio encontrar oito alheiras de Mirandela aqui em Boston. Mas consegui...pelo menos consegui encomendar...só me falta fazer uma viagem de carro de cerca de 150 km para as ir buscar! E 150 km para regressar .... Se alguém conseguiu pôr meio Portugal a comer bacalhau na noite de Natal, eu vou conseguir pôr uma dezena e pouco de leões a comer alheira de Mirandela no dia 1 de janeiro. Quem sabe não passará a ser uma tradição da minha família (nuclear) que se prolongará no tempo até aos meus bisnetos! Tudo depe...

para que o Natal dure para sempre....

  1 kg de farinha 8 ovos 1 1/2 cálice de azeite 1 cálice de aguardente leite de côco QB * Fermento do Padeiro Uma Pitada de sal Uma pitada de açúcar Amassar muito bem.  E pronto! Pronto?. Pronto. Não! Não se pode apressar o amor.   Deixar fermentar. Algumas horas. Tanto tempo? Sim! Não se pode apressar o amor. Depois de fermentar retirar a massa com uma colher.  Abrir a massa. Fritar. Uma ou duas de cada vez.  Para ficarem perfeitas No final vai valer a pena. Retirar do óleo. Absorver o óleo em excesso com papel absorvente. Colocar açúcar. Isto não demora muito tempo? Sim, mas.... ... não se pode apressar o amor!   Se seguirem todos estes passos vão poder comer as filhoses da minha avó.  Cozinhar é um ato de amor. E... ....não se pode apressar o amor...   Daqui a pouco tenho pronta a melhor iguaria de Natal. É um bocadinho da minha avó. Tal e qual como o amor. Foi preciso muita persistência para chegar ao ponto certo. Tal e qual como o amor. Foi p...

.... como os jogadores do Santa Clara!

Ai! Uma pessoa sofre! Há hora do jogo do Sporting com o Santa Clara, estava eu e a Luísa em plena escola a vender bolachas para angariar dinheiro para visitas de estudo, projetos e materiais. Já não bastava a semana anterior louca, a trabalhar e ao mesmo tempo a tirar fornadas de bolachas do forno, que uma pessoa tem 4 filhos e precisa vender muita bolacha....o Sporting, ai o Sporting. Durante o jogo ia deitando um olho ao resultado e às mensagens que iam caindo no telemóvel. Assim, à socapa! Porque a nazi que me acompanhava....estava de olho em mim e não perdoava! A minha sorte, no meio disto é que a miúda, também conhecida por nazi das bolachas, consegue vender frigoríficos a ursos polares. Sim! Olham para aquela carinha adorável, sorridente e desenvolta e pimba! Compram.... A miúda tem uma técnica da qual não me lembrei! Dá a provar as bolachas. Sem compromisso! E pronto! Mais um incauto é apanhado na nossa rede.  Na nossa, não! Na dela. Porque o meu coração estava em Alvalade. ...